CRISE NA SAÚDE MIRIENSE: FALTAM ATÉ RECEITUÁRIO, AMBULÂNCIAS E REMÉDIOS MESMO COM 6 MILHÕES EM CONTA

A crise na saúde pública Miriense só aumenta e ganha destaque nas redes sociais durante esta semana.

O governo federal liberou mais de 6 milhões até julho deste ano para a Prefeitura Miriense, mas as queixas dos postos de saúde e do Hospital Santana só aumentam.

REPASSE SAUDE MIRI 2017

Nem receituário ou médicos se encontram nos postos de saúde, a tal ponto de uma enfermeira estar prescrevendo medicamentos na USF da Boa Esperança:

RECEITUARIO DE ENFERMEIRA

Além da falta de receituário próprio, se questiona também se para tais medicamentos seria possível dispensar a atuação do médico. Enfermeiros podem prescrever apenas o que estiver estabelecido em programas de saúde pública ou rotina aprovada pela instituição de saúde (Lei Federal 7498/86).

E que medicamentos estão disponíveis de graça para a população ?

É necessário que se apure o que estão fazendo com esse dinheiro específico da saúde, seja na compra dos medicamentos ou no gasto com pessoal.

A situação das ambulâncias parece que não foi resolvida com as doações via emendas de deputados estaduais. Grávidas estão penando para fazer o transporte até Belém, segundo denúncias que rolam na internet:

GESTANTES NUMA SÓ AMBULANCIA MIRI

A gestão Pé de Boto e Cia findou sem nenhum veículo para uso do Hospital. Depois disso alguns foram reformados e vieram as doações de ambulâncias. Mas parece que ainda não é suficiente ou estão sendo mal utilizados.

O primeiro Secretário de Saúde (Elielzo Gomes) já foi demitido do cargo. Era indicação do vice Antoniel. Não se sabe ao certo os motivos da demissão, mas críticas é que não faltavam. O vice parece que perdeu a vaga e não levou nada em troca.

E foi substituído pelo cunhado do Prefeito Pesado, Sr. Luiz Carlos Costa, que dizem que é de Mocajuba. Esse é o atual secretário de saúde, que não se sabe qual a qualificação para o cargo além do parentesco.

A crise na saúde aumenta e é uma área sensível principalmente para os mais pobres, que não tem condições de pagar um plano de saúde ou atendimento particular.

O deslocamento para Belém ou Abaetetuba continua sendo a válvula de escape, mas que tem custos que nem sempre os mais necessitados dispõem.

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