PROMOTORIA PEDE FIM DE DESVIO DE FUNÇÃO NO GOVERNO PESADO

boto italo e pesado

A Promotoria de Justiça recebeu diversas denúncias do Governo Pesado que está apenas com pouco mais de 4 meses e já tem uma CPI em andamento, foi condenado por abuso de poder, responde a quatro ações eleitorais, 2 inquéritos eleitorais, dezenas de ações de improbidade e investigações na Polícia Federal e no MP Federal e Estadual.

Pesado desta vez teria nomeado agentes de trânsito em funções diversas daquelas para as quais foram nomeados, inclusive na Comissão de Licitação.

O promotor Daniel Menezes recomendou que o Prefeito Pesado desfaça os atos sob pena de adoção de outras providências.

Vejam a notícia, que é destaque no Portal do Ministério Público:

IGARAPÉ-MIRI: Recomendação requer devolução de servidores em desvio de função

Após receber informações de que servidores públicos de Igarapé-Miri estão em condição de desvio de função, o promotor de justiça Daniel Menezes Barros expediu recomendação ao prefeito municipal Ronélio Antônio Rodrigues Quaresma, mais conhecido como Toninho Peso Pesado, para reintegrar os servidores aos cargos de origem. O gestor tem prazo de 10 dias para cumprir a solicitação.

A recomendação foi expedida no último dia 11 de maio. Nela, o promotor destaca que desvio de função burla o princípio do concurso público e pode provocar ônus à administração, pois justifica o pagamento de diferenças salariais ao servidor.

O prefeito deverá determinar que os servidores Thompson Correa de Oliveira, que se encontra a disposição da Comissão de Permanente de Licitação, e Gilson da Silva Ribeiro, lotado atualmente na (Secretária Municipal de Saúde, retornem aos cargos de origem no (Departamento Municipal de Trânsito).

Em caso de não acatamento da recomendação dentro do prazo estipulado, o Ministério Público do Estado do Pará adotará medidas judiciais cabíveis a situação.

Texto: Vanessa Oliveira

Revisão: Fernando Alves

 

 

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2 comentários sobre “PROMOTORIA PEDE FIM DE DESVIO DE FUNÇÃO NO GOVERNO PESADO

  1. Isso é um absurdo, porém é quase uma regra na atual administração pública se o MP fizer uma investigação mais minunciosa vai encontrar muitas irregularidades relacionadas ao desvio de função, já que tem serviço gerais em cargos comissionados.

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