A CPI DO “LIXO DO MILHÃO” AVANÇA…

comissao CPI DO LIXO

Depois de certa turbulência, até que enfim andou a CPI do “LIXO DO MILHÃO” com a formação da Comissão de Vereadores.

Serão 5 membros titulares e 2 suplentes que vão se reunir e deliberar providências na apuração do Inquérito.

Esta é a primeira CPI que chega a essa etapa na Terra do Açaí nos últimos anos. Mesmo com tantas fofocas, denúncias e até prisões nos diversos mandatos anteriores, o Legislativo Municipal não adotava qualquer providência, ou só divulgava a criação de CPI e parava aí mesmo.

Desta vez, parece que vai avançar…

O povo ainda meio cabreiro no aguardo do desfecho dessa CPI e está cobrando mais dos vereadores do que antes.

A divulgação das informações de forma mais rápida e acessível também influencia.

Além, é claro, do clima político cada vez mais instável no país, que jogou quase todos os partidos políticos no mesmo caldeirão.

Vejam a postagem divulgada no face do vereador José Maria Costeira e de outros vereadores sobre o assunto:

COMISSÃO DA CPI DO LIXO MILIONÁRIO É FORMADA: ENTENDA COMO FUNCIONARÁ A COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO QUE IRÁ CONDUZIR OS TRABALHOS.

Ontem na Câmara Municipal de Igarapé-Miri, ao término da sessão ordinária, reunimos para discutir os rumos da CPI do Lixo Milionário.
A CPI foi requerida por cinco vereadores e recebida pela mesa diretora da Câmara. Na CPI do Lixo. A Comissão é composta pelos seguintes vereadores: Zé Maria Costeira – PT (presidente), Irmão Nenca – PMDB (relator), Ana da Vila – PSD (membro), Nenca – PMDB (membro), Valdir Júnior – PTdoB (membro), Neto Nahum – PSD (suplente) e Guto da Comunidade – PV (suplente).
Agora a Comissão terá 60 dias para investigar o contrato entre a J&B Engenharia e a Prefeitura de Igarapé-Miri, podendo requerer documentações, solicitar quebra de sigilo bancário e todos documentos ligados ao contrato.

Após os 60 dias de investigações, a Comissão elaborará um relatório conclusivo, onde serão apontadas ou não irregularidades.
Esse relatório, será encaminhado para a Câmara Municipal de Igarapé-Miri e Ministério Público. Se for concluído que houveram irregularidades, a Câmara poderá pedir a cassação do prefeito por improbidade administrativa, assim como o Ministério Público também poderá fazê-lo.

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