PADRE JUCELINO DENUNCIA FAKE “MIRUARA MIRIENSE”

PADRE JUCELINO NA DELEGACIA 02

O clima de campanha política está subindo e esquentando. E uma boa parte das disputas vai parar nas redes sociais.

O uso do anonimado, por via de ‘FAKES”, que são perfis criados para encobrir a origem do nome dos envolvidos, tem crescido bastante.

Quem tem receio de divulgar suas idéias ou quem somente visa caluniar, difamar ou injuriar, se utiliza de tais mecanismos.

Não parece ser o melhor mecanismo para fazer crescer a nossa democracia.

O direito de liberdade de expressão é garantido na nossa Constituição. Jogar pedra e esconder a mão é considerado por muitos como um ato de covardia.

Mas a prática tem demonstrado que os fakes tendem a crescer nas campanhas políticas, tanto que foi criada uma delegacia de polícia especializada nesses tipos de crimes.

PADRE JUCELINO NA DELEGACIA 01

E foi pra lá que Padre Jucelino, que se licenciou da Diocese de Cametá neste mês de junho para poder disputar o pleito de 2016, foi buscar providências. Até antes de anunciar sua candidatura ele era respeitado e elogiado. Mas depois disso passou a ser motivo de acusações e comentários, mas que tem vindo de “anônimos”, como é o caso dos fakes.

Ele denunciou o fake “O Miruara Mirense” por postagens que lhe envolviam em crimes e por difamações e injúrias. A polícia tem como identificar quem faz as acusações falsas. Depois de identificado o agressor, Padre Jucelino poderá pedir a condenação na justiça.

BOLETIM DE OCORRENCIA PADRE JUCELINO

O Padre parece que está disposto a encarar essa disputa e não tolerar ofensas sem buscar uma solução ou reparação. Talvez por esse motivo tenha postado em sua rede social uma matéria sobre a CULTURA DO ÓDIO:

A CULTURA DO ÓDIO
Nos últimos tempos o mundo, e de modo especial o Brasil tem enfrentado uma cultura do ódio que tem tido disseminação inigualável nas redes sociais. Essa “cultura” tem sido refletida em inúmeros posts e páginas exclusivamente destinadas para ofensas e comentários raivosos, dentre outras ações digitais. Em Igarapé-Miri, especialmente com a chegada do período eleitoral, muitas pessoas tem confundido LIBERDADE DE EXPRESSÃO E OPINIÃO com CALÚNIA E DIFAMAÇÃO. A habilidade social de se expor e enfrentar o outro que não concorda com suas ideias sempre foi uma ação delicada e exige coragem, afeto, clareza, sutileza e diplomacia. Entretanto muitas pessoas, seja anonimamente ou não, vem confundindo esses termos e vem disseminando declarações de ódio, afrontando o direito alheio, sua honra e dignidade.
O discurso do ódio é uma manifestação preconceituosa seja ela contra uma pessoa, um partido, ou minorias étnicas, sociais, religiosas e culturais.
Nesse sentido, ontem estive em Belém na Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Tecnológicos – DPRCT, denunciando algumas páginas e perfis “fakes” que de forma incoerente, vem propagando esse tipo de desfavor a sociedade, especialmente num período que deveria ser de debate, troca de conhecimentos e propostas para melhorar a vida das pessoas.
O inquérito policial deve rastrear o IP dos computadores e aplicar as devidas providências.
Lembrem-se, em tempos de embates e euforia o nosso limite é respeitar o direito do outro.

 

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