CENTRO CULTURAL: DOAÇÕES AJUDAM UMA GRANDE OBRA

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O Centro Cultural de Igarapé-Miri é o maior local para realização de Festas e Eventos na Terra do Açaí.

Em 2009 o então deputado Paulo Rocha buscou recursos para a Reforma do local com a seguinte justificativa:

O Município de Igarapé-Miri tem mais de 57 mil habitantes, está situado na microrregião de Cametá. É uma cidade com 295 anos, que recebe turistas por ocasião do Festival do Camarão em junho, da Festa de Sant’Ana em julho e do Festival do açaí em setembro. A cultura do município se apresenta pela variedade folclórica e seu povo nativo de base extrativista e pelo imaginário criado em torno das lendas e mitos típicos da região amazônica. É bastante natural se ouvir falar do boto encantado, da cobra do Jatuíra e da cobra da Ponta Negra, da famosa cachaça dos engenhos de cana-de-açúcar, da ladainha rezada e saboreada com bejú-chica e chocolate. A ampliação e adequação do Centro de Cultura e Eventos beneficiará toda a população do municipio, ou seja, mais de 57 mil habitantes além propicionar um local adequado para a realização das festas típicas do município, ocasionando assim um incremento do fluxo turístico. Esse projeto tem o opoio da emenda do Deputado Paulo Rocha, cujos detalhes são: Emenda nº 16150005; subtítulo Apoio a Projetos de Infra-Estrutura Turística – Igarapé-Miri – PA; valor: R$ 400.000,00.

Foram liberados R$390.000,00 pelo Governo Federal no Convênio 707697/2009 com o Ministério do Turismo e a contrapartida foi de R$20.000,00. Com tais recursos foi possível construir o Centro Cultural com cobertura metálica e palco.

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Vários eventos foram realizados no local, além do Festival do Camarão e do Açaí e também muitas festas de aparelhagem e shows religiosos e privados.

Em relação a essa locação, muitas críticas tem sido feitas pela população, pois não se divulga o valor arrecadado, muito menos a destinação do dinheiro.

Alguns dizem que o local era usado para festas que arrecadavam dinheiro para o Vereador Toninho do Murutinga ou para Ney Pantoja, além de outros.

Até hoje não se sabe se algum dinheiro foi arrecadado para os cofres públicos, mas existe uma portaria feita em 2011 pela Prefeitura, estabelecendo regras e valores para uso do Centro Cultural e do Estádio Açaizão.

Na atual gestão Roberto Pina as obras foram retomadas no local, com objetivo de construir arquibancadas, restaurantes, laje e outras áreas para uso público. O projeto já foi mostrado no GM.

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Mas de onde veio o dinheiro para essa obra ?

A Prefeitura tem informado que vem de doações da população em sacos de cimento, tijolos ou outros materiais, além de recursos próprios. A mão-de-obra seria dos próprios servidores da Prefeitura, como pedreiros, carpinteiros e pintores.

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No Festival do Açaí o Centro Cultural já apresentou melhorias e talvez por esse fato tenha motivado novas doações. Dizem que mais de 300 sacos de cimento foram doados para a uma laje fundida no último final de semana e também para construção de calçada no entorno do local.

O Carnaval que deve ocorrer no início de fevereiro vai ter como palco o Centro Cultural, que vai servir de passarela aos brincantes.

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Se assim for, não será preciso montar arquibancada nas ruas, o que reduz custos da Prefeitura, e com isso a população vai poder ficar mais protegida da chuva e os comerciantes poderão usar áreas do Centro Cultural para venda de bebidas e alimentos.

Tomara que até lá também sejam feitos banheiros par uso da população, em especial das mulheres.

A doação de bens móveis para entes públicos não é muito comum, mas em tempos de crise pode ser uma boa saída para que obras importantes e de uso comum possam beneficiar a população.

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