MAURÍCIO PANTOJA REPRESENTARÁ IGARAPÉ-MIRI E O BRASIL NOS EUA

ALUNO DE IGMIRI NOS EUA

A notícia foi divulgada hoje no Jornal Amazônia e é mais uma para o curriculum do estudante Maurício Pantoja e uma vitória para o Ensino Público Miriense.

Ele já foi destaque em várias matérias do GM relatando bons resultados de estudantes Mirienses em diversas áreas.

Imagine se Educação fosse de fato prioridade, se pudesse contar com mais Laboratórios, com mais espaços de estudos e pesquisas, quantos bons alunos poderiam ser destaque na Terra do Açaí ?

Que seja mais uma jornada vitoriosa ao Maurício e que incentive outros alunos a estudar com mais afinco.

Vejam a notícia que também está no portal ORM:

Aluno de Igarapé-Miri irá à Pensilvânia, nos EUA

A maior feira de ciências do mundo, a Intel ISEF (Intel International Science and Engineering Fair), terá um representante paraense. O estudante Maurício Pantoja, 18, da Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Bom Jesus, de Igarapé-Miri, se juntará a uma comitiva de 30 estudantes, que juntos representarão dez estados brasileiros. 

A edição 2015 do evento será de 10 a 15 de maio, no David L. Lawrence Convention Center, em Pittsburg, no Estado da Pensilvânia, nos EUA. O grupo vai expor os seus projetos e concorrer a uma bolsa de estudos e prêmios no valor de US$ 4 milhões. Os vencedores serão anunciados em15 de maio.

Foi por meio do projeto “Transformando os resíduos do buriti em ração para suínos e carvão ativado II -, estudo da viabilidade social e redução de impacto ambiental”, que o estudante foi selecionado pela Mostratec – uma feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato, na cidade de Novo Hamburgo, em Rio Grande do Sul -, para disputar a final do evento. O objetivo desse projeto é valorizar o buritizeiro e reutilizar os seus resíduos (a bucha e o caroço do buriti), para a produção de rações para animais e carvão atividado, ou seja, como a fruta, segundo o pesquisador, é rica em carbono, o caroço pode ser utilizado como um filtro vegetal. 

Quando manipulados quimicamente, esses resíduos ajudam a purificar a água para o consumo. Além de preservar a natureza, esse projeto pode ampliar a geração de emprego e renda na região amazônica. 

No projeto esses resíduos passaram por várias etapas para a produção da ração e do carvão. Através da secagem e desfibrilação, a bucha (matéria-prima que envolve o caroço) é transformada em ração animal, enquanto para produzir o carvão a semente é queimada em um forno de barro, como uma forma de estufa. Devido ao projeto, o carvão ativado foi considerado importante para o uso doméstico e industrial.

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