ABEL FIGUEIREDO COM FALSO MÉDICO E IGARAPÉ-MIRI SEM MÉDICOS

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Hoje o site do TJ publica nota sobre prisão de um falso médico em Abel Figueiredo, conforme matéria abaixo.

Enquanto isso Igarapé-Miri está sem médicos em diversos dias de atendimento, em especial no Hospital Sant’Ana, que atende os casos mais urgentes. Essa crítica tem sido feita até por “auxiliares” do governo Pé de Boto.

Qual o motivo ?

Falta de pagamento ? Falta de médicos ? Incompetência da administração municipal (Secretário de Saúde e Prefeito) ?

Pode ser tudo isso e algo mais.

O governo Federal com o “Mais Médicos” ajudou a diminuir o problema no caso Miriense em áreas do interior, na prevenção e em alguns postos de saúde, mas na área de urgência a situação ainda é crítica.

No caso de Abel Figueiredo um parto mal sucedido pode gerar mais problemas para a família que foi vítima do falso médico. Lá a Justiça pelo menos já mandou prender o falsário que brinca com a vida das pessoas.

Aqui no Miri a falta de médicos e a omissão de socorro pode continuar e a vida das pessoas continuarão a ser um mero joguete que faz parte da campanha política.

Já existe briga política sobre a Secretaria de Saúde, tendo ocorrido troca de secretário e agora a polêmica é se vão trocar Diretor do Hospital. Mas será que a simples troca de nomes vai resolver essa situação ?

Vejam a matéria sobre o caso exibida no site do TJ do Pará:

Juiz decreta prisão de falso médico em Abel Figueiredo

21/08/2014 10:51

Acusado usava documentação falsa para atuar no município

O juiz de Rondon do Pará, Gabriel Costa Ribeiro, decretou, no início da tarde de ontem, 21, a prisão preventiva de Gideão Vanderle da Rocha, acusado de estar exercendo ilegalmente a medicina no município de Abel Figueiredo.

Segundo dados da polícia civil, o falso médico estava atuando no posto de saúde da cidade, realizando consultas médicas com documentação falsa. Os dados eram de um médico residente em Mato Grosso do Sul. O acusado foi preso após denúncia anônima.

Na decisão, o juiz ressaltou a conduta imprudente do acusado, destacando um parto mal sucedido, no qual o suposto médico estaria a frente. “Houve uma morte de uma criança durante um parto no município, parto este que teria sido efetuado pelo preso, passando-se por médico, o que precisa ser devidamente apurado”.

Ainda no decreto, o magistrado também lembrou que o réu usou documentação irregular. “O preso utiliza-se de documento falsificado, o que demonstra que em liberdade pode atrapalhar as investigações e inclusive foragir, furtando-se à aplicação da lei. Por derradeiro, remate-se que a cidade de Abel Figueiredo está com a ordem pública abalada pela atuação do preso e a morte da criança que está sendo investigada”.

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